Dislexia em crianças: como identificar?

maio 28, 2021 0
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Predominante no sexo masculino e na maioria dos casos, originada por fatores genéticos, a dislexia é caracterizada como um transtorno de desenvolvimento que afeta habilidades básicas do dia a dia, como leitura, escrita e linguagem.

De acordo com a Associação Brasileira de Dislexia (ABD), a dislexia atinge de 5% a 17% da população mundial e é o distúrbio com maior prevalência nas escolas. No entanto, apesar da alta incidência, um estudo realizado pela Associação Britânica de Dislexia afirma que aproximadamente 70% dos profissionais da saúde e educação têm pouco conhecimento sobre o assunto.

Para alguns pais, identificar a dislexia em crianças também pode ser um desafio. Por isso, é fundamental estar atento aos sintomas e buscar ajuda através de um tratamento com psicólogo ou fonoaudiólogo. Acompanhe a leitura e saiba como identificar a dislexia em crianças!

Qual a causa da dislexia em crianças? 

A dislexia em crianças se deve a alterações nos sistemas cerebrais, as quais são responsáveis pelo processamento fonoaudiológico. Ou seja, o resultado é a dificuldade de processar sons, palavras e letras.

Além disso, como já foi citado anteriormente, a dislexia pode ser causada por alterações genéticas e fatores hereditários. 

Como identificar os sintomas?

É muito importante que a dislexia seja tratada com respeito, cuidado e atenção pelos pais, professores e pessoas do âmbito social da criança. A principal forma de cuidado é estar atento aos sinais que são apresentados no dia a dia. 

Durante a pré-escola é a fase de alfabetização. É justamente nessa fase que a dislexia em crianças começa a mostrar sinais, através da dificuldade de aprendizado. Podem aparecer dificuldades na leitura, escrita e linguagem oral da criança. Outros sintomas comuns são:

  • Atraso no desenvolvimento da fala;
  • Erros de pronúncia, incluindo trocas e substituições de fonemas;
  • Dificuldade para se expressar verbalmente;
  • Erros no reconhecimento de palavras;
  • Leitura devagar e incorreta (pouca fluência e inadequações de ritmo e entonação);
  • Dificuldade em produções textuais;
  • Dificuldades na memória e raciocínio;
  • Confusão entre sílabas e letras (podem confundir o “d” com o “b” ou o “h” com o “n”, por exemplo).

É importante ressaltar que o nível dos sintomas irá variar de acordo com cada criança. A dislexia pode apresentar diferentes graus, se dividindo entre: leve, moderado ou severo. O que irá definir o grau de dislexia, é o nível de dificuldade apresentado nas atividades cotidianas.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito através de exclusão, por uma equipe de profissionais, como psicólogos, fonoaudiólogos, psicopedagogos e neurologistas.

Antes de afirmar o diagnóstico de dislexia, é necessário descartar outras condições, entre as quais: déficit de atenção, deficiências visuais e auditivas, problemas emocionais e demais distúrbios neurológicos e psicológicos.

Em consultas com psicólogos, o diagnóstico pode ser feito através de algumas brincadeiras lúdicas que envolvem canto, desenhos, números e rimas.

Tratamento

A dislexia não tem cura, mas através de um tratamento qualificado é possível conviver com o distúrbio. 

Assim como no diagnóstico, o tratamento para dislexia em crianças exige a participação de profissionais de várias áreas (pedagogia, fonoaudiologia, psicologia e neurologia).

Como os pais e professores podem ajudar crianças com dislexia?

Os pais e professores exercem papel fundamental na hora de oferecer apoio às crianças com dislexia. É essencial destacar os pontos fortes e positivos da criança, para que ela se sinta capaz de desenvolver suas habilidades e também fique fortalecida. Além disso, é importante não julgar ou chamar atenção às dificuldades da criança. Apoie sempre!

Também é importante que os professores incluam crianças com dislexia em todas as atividades e grupos escolares.

Na hora da realização de tarefas na escola e em casa, é importante que os pais e professores leiam algumas questões em voz alta e revisem a leitura de maneira individual com a criança disléxica.

Jogos de tabuleiro também podem ser interessantes, pois estimulam o raciocínio lógico da criança com dislexia.

Dessa forma, o apoio de pais e professores é essencial para o desenvolvimento da criança que convive com dislexia. Contar com ajuda profissional também é o principal pilar para um tratamento de qualidade, e consequentemente, na evolução das habilidades da criança.

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